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Ajudamos você a implantar uma verdadeira máquina de vendas: atraia potenciais clientes, converta-os em leads, crie oportunidades e feche novos negócios!

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Somos especialistas em ajudar empresas a criarem seu e-commerce com uma consultoria completa, para alcançarem os resultados desejados.

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A Witbiz é focada em ajudar o seu negócio com soluções para a gestão completa da sua loja virtual, desde o cadastro dos produtos até a melhora na logística e meios de pagamento.

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A Witbiz já desenvolveu inúmeros projetos de lojas virtuais, customizadas e alinhadas com o seu objetivo.

Temos os melhores profissionais do mercado, prontos para atender às suas expectativas, entendendo os seus anseios e orientando nas melhores práticas, com foco em performance e conversão, ou seja, em resultados!

Somos uma agência de marketing digital, parceiros das principais plataformas de e-commerce do mercado.

GUIA DO E-COMMERCE

Como sua Loja Virtual pode vender mais!

Montar um e-commerce ou loja virtual pode ser sinônimo de grande sucesso em vendas. Por meio dele, é possível atingir um número de consumidores que jamais conseguiria comportar em apenas um estabelecimento físico.

Famoso pelo baixo custo em infraestrutura, a projeção de crescimento do e-commerce brasileiro para 2019 é de 16% e um volume de vendas superior a R$ 79 bilhões. E as perspectivas são boas; com a tendência de migração das empresas físicas para o meio digital e a melhor aceitação a cada dia que passa das compras online pelo consumidor, acredita-se que as vendas online dobrem até 2021.

Quer fazer parte dessa onda de crescimento do mercado online e montar seu e-commerce? Então aproveite este guia completo e aprenda como iniciar com o pé direito a migração da sua empresa para o meio digital.

Aprenda nesse post:

O que é um
E-Commerce?

Podemos definir e-commerce como uma plataforma de vendas online com produto “próprio”, ou seja, sem incluir outros vendedores, sendo que o pagamento seja processado de forma virtual.

A principal diferença entre um e-commerce e um marketplace é que este último abriga outros vendedores, como é o caso do Mercado Livre, AliExpress, etc. Por tanto, até mesmo as grandes conhecidas lojas virtuais como Submarino, Americanas e Shoptime (do Grupo B2W), são hoje Marketplaces (sim, você pode aparecer lá).

Assim, de forma resumida, a operação de um e-commerce funciona da seguinte forma:

  • Plataforma online disponibiliza os produtos;
  • Consumidor efetua a compra;
  • O pagamento e a conclusão da transação são feitos pela internet;
  • O pedido é despachado para transportadora/correios;
  • O cliente recebe o código de rastreio;
  • A entrega do produto é efetuada no endereço informado.

Por que sua empresa
precisa de um E-Commerce?

Certamente você já ouviu milhares de vezes que as vendas online são o futuro. Mas afinal, por que realmente a sua empresa precisa de um e-commerce? Como ele impacta nos seus ganhos e o que esperar de forma prática ao implementá-lo?

Essas são as perguntas que quase ninguém responde.

Por meio da análise dos anos anteriores, é fácil perceber a migração das compras em estabelecimentos físicos para as lojas online, tanto pela comodidade e preços acessíveis quanto pelo aumento da confiança no pagamento eletrônico.

Segundo dados da Ebit, WebShoppers e Paypal, podemos constatar um crescimento progressivo no mercado virtual.

  • Ano de 2016: aproximadamente 37 milhões de brasileiros realizaram pelo menos uma compra pela internet, um aumento de 21,5% comparado a 2015.
  • Ano de 2017: as compras aumentaram para 48 milhões de pessoas e um crescimento de 15% do ano anterior.
  • Ano de 2018: 60 milhões de compradores, em média 10% de crescimento.

Já para os próximos anos acredita-se em uma estabilização do mercado e um crescimento médio de 8 a 12% anualmente.

O que preocupa e faz com que montar um e-commerce seja PRIORIDADE para os empreendedores brasileiros não é, apenas, o crescimento do setor, mas sim a baixa na compra em estabelecimentos físicos.

Gigantes do mercado, como a Magazine Luíza, já iniciaram a migração e fecharam diversas lojas físicas para dar prioridade para seu e-commerce, e com isso conseguiram um aumento no faturamento, em 2017, de 1.014%.

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Aumento do Faturamento

O primeiro impacto que a sua empresa ao abrir um e-commerce pode esperar é um aumento no faturamento, já que a tendência é o crescimento das compras na modalidade virtual.

Claro, é preciso observar alguns fatores importantes ligados a criação do site, marketing digital, entre outros. Mas falaremos mais abaixo, não se preocupe.

Redução dos Custos

Os custos são uma das maiores preocupações de quem monta um negócio, pois, o que se deixa de gastar é lucro direto. O cálculo do lucro líquido é simples: faturamento – custos e despesas.

Manter um e-commerce custa, em média, 20% menos que uma loja física, justamente em razão da redução dos custos.

Branding

Estar online significa atingir milhares de pessoas todos os dias (desde que bem trabalhado) e, com isso, aumentar o branding e autoridade da marca.

Facilidade de Expansão e Escalabilidade

Diferente de um negócio físico, o e-commerce permite uma fácil expansão e escalabilidade de ganhos, pois os custos para isso são bem menores.

Automação

Quando se trata de e-commerce e negócios digitais a automação é a “mina de ouro”. Enviar e-mails, fazer vendas, gerar boletos, tudo automático, sem a necessidade de vendedores, já é uma realidade.

Essa automação permite trabalhar “menos” e vender mais.

Concorrência

Certamente a sua concorrência já possui um e-commerce, e, se não possuir, é a sua chance de ter um diferencial competitivo e sair na frente.

Como Criar um E-commerce (Do Zero)?

A criação de um e-commerce pode parecer um verdadeiro “terror” para aqueles que não conhecem a estrutura. Nesses casos, contratar uma empresa para ajudá-lo é a melhor opção.

Mas, se você deseja conhecer melhor o funcionamento e até mesmo pensa em montar um, vamos ajudá-lo e simplificar todo o processo!

Veja o passo a passo das etapas:

Qual será o seu domínio?

Domínio é o endereço virtual da sua loja, o famoso www.seudominio.com.br (por exemplo).

Todo domínio é composto por um “nome” + “TLD (.com, .com.br, .net, etc.).

As terminações mais conhecidas são .com, .com.br, .net e .org.

Contudo, há dezenas de outras opções, por exemplo, .online, .club, .adv, e muitas outras.

Para fins de qualidade, essas terminações não são relevantes. Entretanto, é comum às pessoas preferirem acessar sites com as terminações mais conhecidas, até por questões de confiabilidade.

A compra do domínio pode ser realizado através de empresas como a GoDaddy e NameCheap, ou, se for terminação “.com.br”, no próprio site oficial Registro BR.

Escolhendo a Hospedagem

Para que seja possível às pessoas acessarem e visualizarem o site é necessário hospedá-lo.

Hospedar um site significa armazenar os dados em um ambiente (servidor) que irá disponibilizar para todos que digitarem um endereço na internet (seu domínio).

No mercado, há 4 tipos de hospedagem:

  • Compartilhada: um servidor é responsável por hospedar diversos clientes e os recursos são divididos entre eles.
  • Dedicada: o servidor é exclusivo de um único cliente.
  • VPS (Servidor Virtual Privado): a hospedagem cria por meio de programas dentro de um servidor físico “mini” servidores virtuais, dando total capacidade de gerenciamento ao cliente. A vantagem é que esse servidor virtual é restrito ao cliente e não compartilha recursos como na modalidade compartilhada.
  • Cloud (nuvem): uma rede de servidores virtuais interligada compartilha recursos e hospeda diversos clientes. A vantagem desse serviço é diminuir a “sobrecarga” e garantir que o e-commerce seja livre de queda, já que, se um servidor apresentar problemas, há outro interligado.

Ao contratar a hospedagem, apenas tem-se um espaço de armazenamento, é preciso realizar a configuração.

Por isso é comum a contratação de plataformas específicas que forneçam uma estrutura “básica” de e-commerce e facilidade para iniciantes na área.

Outra opção é contratar hospedagens gerenciadas, porém, elas são mais caras e o gerenciamento não se refere à loja virtual, mas sim as configurações básicas, por exemplo, a instalação de firewall.

Devido ao fluxo de visitantes em um e-commerce e, principalmente, pela grande quantidade de imagens/produtos, o ideal é contratar um servidor dedicado ou na modalidade cloud.

Muito complicado para você? Deixe que nossa equipe cuide de tudo e foque no operacional do seu negócio, Call to Action

Abaixo selecionamos plataformas para e-commerce de altíssima qualidade e que, com uma boa assessoria e agência para auxiliar na implementação, é possível criar lojas excelentes, com otimização para motores de busca (posicionamento no Google, Yahoo, Bing, etc.) e com alta taxa de conversão de visitantes em compradores.

Plataformas de E-Commerce

As plataformas de e-commerce permitem criar uma loja virtual automatizada, integrando sistemas de pagamento, automação, logística e muito mais.

Foram desenvolvidas para que o cliente consiga otimizar a estrutura online, aplicando técnicas e estratégias de marketing digital para levar o faturamento da empresa a outro nível.

Conheça as melhores plataformas de e-commerce do mercado que trabalhamos na implementação do nosso serviço de marketing digital e assessoria exclusiva:

Criando sua Loja Online!

Embora existam plataformas facilitadoras em que, por meio de passos dinâmicos, se consiga colocar um e-commerce no ar, para deixá-lo em perfeito funcionamento e com padrões de otimizações elevados para atingir o sucesso é necessário “meter a mão na massa”.

Sim, existirão coisas a serem feitas, por exemplo, organização de estrutura da loja, técnicas de SEO, melhorias na velocidade de carregamento das páginas, mudança em partes do layout, automação de e-mail marketing, entre outras melhorias.

A boa notícia é que se você deseja economizar e tem tempo livre, com horas e horas de estudo e trabalho, é possível fazer sem a contratação de um profissional. Mas, acredite, é trabalhoso (muito trabalhoso).

Agora, caso deseje montar a própria loja e não usar das plataformas de e-commerce, neste caso, é preciso ter conhecimentos avançados de linguagem de programação, principalmente para implementar sistemas de cash out, frete, cupons de descontos, etc.

Mas não se desespere, estamos aqui para ajudá-lo!

Diferente do que a maioria pensa, montar um e-commerce é mais barato do que se pensa.

Uma dica importante: se desejar fazer “tudo por conta”, procure por utilizar o WordPress e a “extensão” Woocommerce. Esta opção não será tão eficiente quanto a contratação de uma agência e plataforma, mas pode ser uma boa maneira de iniciar e poupar dinheiro.

Sistema de pagamento e cobrança

O sistema de pagamento, talvez, seja um dos aspectos mais importantes na criação de um e-commerce.

Por meio dele se convence muitos visitantes a comprar.

Como assim?

O primeiro ponto a esclarecer é: ainda existem consumidores desconfiados e com medo de fornecer dados bancários (normalmente idosos).

Para diminuir essa resistência, o sistema de pagamento deve ser bem elaborado e transmitir confiança para o comprador. Também, a responsabilidade de fazer a gestão dos pagamentos pode gerar complicações, prejuízos e custos.

Veja, para manter uma plataforma de pagamento direto é preciso investir na sua criação, sistemas antifraudes, gateway, taxas/mensalidades e, claro, a responsabilidade de, em casos de erros, arcar com a devolução dos valores ou até responder ação judicial.

Assim, os gastos médios serão:

  • Gateway: R$ 0,35 por pedido;
  • Antifraude: R$ 6.000 para o setup (instalação) e até R$ 3,50 por pedido;
  • Certificado digital: entre R$ 1.900 e R$ 2.300 ao ano;
  • Cartões (crédito e débito): entre 3 e 3,5% por operação;
  • Boleto bancário: em média R$ 1,50 por operação.

A verdade é que fazer uso de subadquirentes para e-commerces tem o melhor custo-benefício.

Dentre as opções de subadquirentes as mais conhecidas são:

  • Moip;
  • Paypal;
  • PagSeguro;
  • BCash;
  • Mercado Pago;
  • Payu.

Pense bem antes de escolher os serviços de pagamento e avalie todos os detalhes, talvez no início não perceba tanta diferença, mas com o aumento no volume de vendas o gasto pode variar muito.

 

Estoque da Loja

O estoque é responsável por um dos maiores custos do negócio e a sua gestão adequada é obrigatória para o sucesso da empresa!

A gestão serve para manter o estoque organizado, potencializar o espaço físico, ter controle sobre as mercadorias, em falta ou encalhadas, e facilitar o processo de envio, diminuindo riscos de atraso na entrega.

Então, nesse momento surge a dúvida: como fazer o controle de estoque?

Não existem mágicas, mas sim dicas que podem ajudar, e muito. Veja:

  • Fique atento ao giro de estoque;
  • Faça um planejamento para datas sazonais (Dia das Mães, Dia dos Namorados, etc);
  • Obedeça a curva “ABC” de importância, a qual leva em consideração a saída de produtos e faturamento;
  • Produtos congelados devem ser alvo de campanhas de liquidação;
  • Estude o mercado e como ele está se comportando frente às tendências de compra, para projetar possíveis produtos com maior demanda;
  • Possua um software de gestão de estoque eficiente.

     

Seguir essas dicas pode poupar tempo e dor de cabeça.

 

Logística e frete

Uma das maiores dificuldades de quem está migrando a empresa para o meio virtual é encontrar soluções de logística dentro de um valor de frete viável.

Em um país com mais de 8.500.000 km², entregar em todas as cidades é uma tarefa árdua, e não é incomum fretes que custam mais do que o preço do próprio produto. Isso, além da demora, que pode chegar a mais de 20 dias no sistema PAC, por exemplo.

Outro problema enfrentado é o famoso “frete grátis”. Fornecê-lo é extremamente oneroso para produtos de baixo valor, mas, devido a grandes empresas que aceitaram prejuízos inicialmente para fixar-se no mercado, fez com que os consumidores ficassem “mal-acostumados”.

Hoje, cobrar o frete pode fazer (e muitas vezes fará) perder vendas.

Então, como se comportar quanto a isso?

O primeiro passo é chegar a um valor que COMPENSA fornecer o frete grátis, além de inserir uma pequena margem em cima do produto para “auxiliar” no pagamento.

Também, é preciso saber exatamente o que avaliar para decidir se uma empresa de transporte ou correios é a melhor opção. Algumas das características relevantes são:

  • Cotação (preço);
  • Procedimentos de coleta e entrega com rastreamento (prioridade);
  • Facilidade de efetuar o pagamento;
  • Taxa de entregabilidade;
  • Tempo de entrega;
  • Taxa de problemas com a empresa (com que frequência atrasa? Mercadorias extraviam? Etc.);
  • Entregam em todo território nacional?

Depois disso, é o momento de avaliar as opções disponíveis no mercado: Correios ou Transportadora? Abaixo fizemos as considerações e um resumo final sobre a melhor opção para ajudá-lo a decidir:

Correios x Transportadoras

Tem maior credibilidade por estar há muito tempo no mercado. O custo do frete para pequenos objetos costuma ser mais baixo do que em transportadoras, já que o valor é fixado pelo peso.

O prazo de entrega dos correios costuma ser maior, contudo, o preço em modalidades como PAC geralmente é inferior aos cobrados pelas transportadoras. Por isso, mesclar as opções de prazo maior (correios) e frete express (transportadora).

Os correios atendem todas as regiões, já as transportadoras podem possuir restrições, verifique.

Não são raras as vezes que os Correios entram em greve e isso atrapalha muito um e-commerce, já as transportadoras não.

Outro aspecto interessante e que é um ponto positivo para as transportadoras é o respeito à “fragilidade” dos itens transportados e estorno de valores (seguro).

Embora a responsabilidade de embalar e fazer o possível para garantir que a encomenda não extravie seja do e-commerce, as transportadoras costumam ter uma cláusula de restituição de valores e seguro em caso de avarias, perdas ou roubo da carga.

O sistema de ‘relacionamento’ dos correios costuma ser melhor que o das transportadoras, permite envios com AR (por exemplo), tem ouvidoria, call center de atendimento, entre outras vantagens relacionadas.

Por fim, os últimos dois quesitos da nossa lista são a forma de pagamento e o rastreamento de produtos. Neles a transportadora e os correios se igualam, pois ambos costumam fazer pagamento via fatura em uma data previamente fixada e fornecer código de rastreio da mercadoria durante o transporte.

Então, agora surge a dúvida, qual escolher?

Para iniciar, os correios são uma boa opção, principalmente pela facilidade de integração no e-commerce. Também, em casos de mercadorias mais leves e pequenas.

Contudo, se as mercadorias são de grande porte, de alto valor e delicadas, bem como se existir um volume de entrega alto em determinada localidade (estado), a transportadora costuma ser a melhor opção.

 

Automação de processos

A vantagem número #1 e que faz milhares de lojas migrarem para o e-commerce é a possibilidade de automação.

Se você não sabe o que significa, resumidamente é a possibilidade de criar processo automatizados, com isso, diminui a necessidade de funcionários, aumenta eficiência e, acima de tudo, permite realizar vendas 24 horas por dia.

Podemos citar como exemplo a possibilidade de acessar o site, efetuar a escolha, fazer pagamento e gerar o pedido, tudo de forma automatizada, sem necessitar de um funcionário para isso.

A automação não é uma tarefa simples e provavelmente necessitará contratar um especialista. Podemos citar alguns exemplos de automação:

  • Backup de informações e dados;
  • Processo de pagamento e emissão de pedidos;
  • Controle de estoque (entrada e saída de produtos);
  • Rastreamento de encomendas e envio de códigos;
  • Interação por meio de e-mail marketing e chatbots;

Por meio do nosso serviço de marketing digital, entregamos toda a estrutura de automação pronta e com os mínimos detalhes, tudo para que o cliente possa alavancar o seu e-commerce.

 

Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC)

Pense, análise e crie estratégias focadas em fornecer o MELHOR atendimento ao cliente. O bom atendimento é elencado por consumidores como um dos principais fatores que levam à compra. E mais, em pesquisa realizada, acima de 80% dos entrevistados aceitam pagar um valor maior pelo produto se for bem atendido.

Dentre as vantagens de um bom atendimento estão:

  • Aumento do ticket médio por cliente;
  • Faturamento crescente;
  • Indicações e recomendações;
  • Avaliações positivas em redes sociais;
  • Divulgadores da marca (fortalecimento do branding);
  • Diminuição de riscos de ações judiciais;
  • Poucas reclamações;
  • Melhor aceitação das ofertas;
  • Consumidores dispostos a pagar mais pela mercadoria;
  • Diferencial competitivo da concorrência.

Vale lembrar que o atendimento de excelência no meio virtual deixou de ser “facultativo”. Hoje, se um único consumidor fizer reclamações nas redes sociais do e-commerce e em sites como o Reclame Aqui, isso pode denegrir a marca e derrubar o faturamento.

E pior, estudos apontam que um comprador insatisfeito fala da experiência negativa para 3x mais pessoas do que quando a experiência for boa. Então, CUIDADO!

Para ter um bom atendimento é preciso ter como foco o consumidor. Abaixo seguem algumas dicas valiosas:

  • Disponibilize o máximo de canais de comunicação (Facebook, chat no site, telefone, e-mail, formulário, Whatsapp, entre outros);
  • Dê autonomia para os atendentes realmente resolverem o problema e não apenas “enrolar”;
  • Esteja disposto a devolver o dinheiro da compra, fornecer um brinde ou compensar de alguma forma o consumidor lesado;
  • Utilize linguagem positiva e evite termos em que parece estar “obrigando” o consumidor, é o caso do “você deve” ao invés do “você pode”;
  • Técnicas de rapport são sempre bem-vindas (espelhamento);
  • SEMPRE forneça uma opção para o problema enfrentado, indiferente do que tenha ocorrido o cliente precisa ter uma opção. O produto extraviou? Deseja o dinheiro ou outro idêntico? O cash out não está funcionando? Pode fazer transferência bancária ou boleto;
  • Tome cuidado com a palavra “não” ao cliente, é comum reações ruins.

Design e UX: A importância da experiência do usuário

Quem está iniciando no mundo do e-commerce costuma ter dificuldade em entender que nem sempre o que é bonito em termos de design é eficiente, e equilibrar estilização com experiência do usuário (UX) tem de ser o objetivo principal.

Vou trazer um exemplo prático.

Um site repleto de cores, efeitos e figuras provavelmente terá um tempo de carregamento elevado. Mas qual o problema frente a sua internet de 100 mb?

Nenhum!

Mas e nos dados móveis, talvez em uma rede 3G, em um celular?

A resposta é outra.

O desenvolvimento do e-commerce, estilização e técnicas para facilitar e conduzir a compra do consumidor DEVEM ser empregadas de forma adequada, caso contrário, o melhor dos produtos e audiência pode não gerar conversão.

Não tem experiência em design e UX?

Acalme-se, temos profissionais preparados em cada área para ajudá-lo, seja definindo estratégias até mesmo construir layouts incríveis que irão converter seus visitantes em vendas!

O que observar ao montar um
E-Commerce?

Montar um e-commerce se assemelha, e muito, em determinados cuidados que precisam ser tomados ao montar um negócio físico. E como impactam diretamente no e-commerce, achamos por bem lembrá-los para aumentar ainda mais as suas chances de sucesso:

Segmentação de público alvo (persona)

Saber quem é o seu potencial cliente e direcionar as estratégias para o público certo aumenta a taxa de conversão de compra e diminui os custos com campanhas de marketing.

Preço do produto

Falar que tem de analisar o preço, verificar gastos, custos e lucratividade é simplório, o que desejamos lembrar é: “não se trata apenas do quanto você precisa cobrar, mas sim do quanto o consumidor está disposto a pagar”.

Vender um produto que custe R$ 800,00 e o consumidor estar disposto a pagar apenas R$ 500,00 é um erro. Isso significa que falta valor agregado e que é necessário uma reanálise da mercadoria.

 

Investimento em Marketing Digital

Em um negócio físico é normal investir em publicidade e, algumas vezes, em áreas do marketing digital, como as redes sociais. Contudo, as vendas acontecem também em razão de passar pela frente do ponto comercial (vitrine), boca a boca na cidade, entre outras formas.

Já no e-commerce as vendas estão basicamente “entrelaçadas” as estratégias de marketing digital (SEO, e-mail marketing, adwords, remarketing, etc.), sem elas dificilmente conseguirá o sucesso.

Lembre-se, são milhares de concorrentes.

Mas acalme-se, tenho uma boa notícia! O custo de aquisição por cliente é menor do que a média em negócios físicos.

Apenas esteja preparado para focar seus esforços físicos e financeiros na área do marketing digital, este será o responsável direto pelo sucesso do seu e-commerce.

Custos e despesas

Um e-commerce é barato se comparado a uma estrutura física de loja presencial, o que não significa “de graça”.

Esteja ciente dos gastos que terá e mantenha um percentual de pelo menos 30% de capital de giro, principalmente para fins de campanhas de marketing e eventuais gastos com fretes em épocas festivas (aumento das vendas), upgrade de servidor com aumento de visitas e até manutenção ou contratação extra de sistemas.

 

As 9 Principais Métricas de E-Commerce

Analisar o desempenho do e-commerce permite encontrar melhorias e corrigir erros, para isso utilizamos as métricas.

As métricas ou KPIs (do inglês) são indicadores de desempenho gerados a partir de ferramentas (normalmente) que fornecem uma visão sobre determinado aspecto, por exemplo, Retorno sobre Investimento (ROI).

Se no seu e-commerce não tem as métricas disponíveis, não se preocupe, ensinaremos como calcular.

Abaixo você pode conhecer as principais métricas utilizadas para analisar o desempenho de um e-commerce:

 

ROI – Retorno Sobre Investimento

Mostra qual é o retorno financeiro que obteve após a venda de um determinado produto frente aos custos.

O ROI abrange todas as despesas, como a aquisição do produto, frete, entre outras. Assim, o cálculo será:

  • Retorno do investimento / Custo do investimento.

Em termos práticos:

A venda de um quadro no valor de R$ 2.000 que teve um custo total de R$ 1.300 tem-se 2000/1300 = 1,53.

Assim o Retorno é de 1.53 ou 53%.

ROAS – Retorno Sobre Investimento Publicitário

O problema do ROI é que o valor calculado diz respeito a todos os gastos. Mas e se o objetivo é descobrir se uma determinada campanha de marketing trouxe resultados positivos e se vale a pena mantê-la?

É nessa situação que se utiliza o ROAS.

O cálculo do ROAS é realizado dividindo o faturamento pelo investimento em publicidade. Por exemplo, se gastou R$ 300 em anúncios patrocinados e vendeu R$ 900 em produtos, consequentemente, tem-se um ROAS de 3.

Isso significa que a cada R$ 1 investido em publicidade está ganhando R$ 3.

  • Faturamento / Investimento em publicidade

O ideal é que o ROAS fique sempre acima de 2, pois se estiver em 1 significa que há prejuízo.

 

Ticket Médio

Essa métrica corresponde a média de valor gasto por cada cliente no e-commerce. Para obtê-la, divide-se a receita mensal pelo número de clientes.

  • Ticket Médio = Receita / Nº de clientes

Taxa de Aprovação de Pedidos

Refere-se a taxa de pedidos feitos e realmente pagos. Há também quem use esse mesmo cálculo para analisar emissão de boletos, já que é comum a compra em e-commerce com boleto bancário e, ao mesmo tempo, muitas vezes não pagos e “esquecidos”.

É interessante inserir no cálculo dessa métrica os eventuais estornos solicitados.

Para calcular, use a seguinte fórmula:

  • Taxa de aprovação = (pedidos pagos / total de pedidos) * 100.

Aplicando a fórmula terá o percentual.

Taxa de Conversão

A taxa de conversão de visitantes em compradores pode ser obtida pela fórmula:

  • Taxa de conversão = (clientes convertidos / Nº de visitas) * 100.

Taxa de Carrinho Abandonado

Essa KPI talvez seja uma das mais importantes, pois impacta diretamente no faturamento. Quando o índice de carrinho abandonado é alto, conseguir melhorá-lo já pode dar um acréscimo significativo no lucro da empresa.

Para calcular, você precisará do número de pessoas que iniciaram o check out e a quantidade de check outs abandonados.

Com esses dados aplique a fórmula abaixo:

  • TxAC = (número de pessoas que não completaram o check out / quantidade de pessoas que iniciaram o check out) * 100.

Por exemplo: 2.500 iniciaram o check out e 1.000 concluíram a compra. Com isso, sabemos que 1.500 abandonaram o carrinho.

TxAC = (2.500 / 1.500) * 100

O resultado será 166 (66%).

 

Custo por Aquisição (CPA)

O CPA calcula o quanto teve de gastar para gerar uma venda (por cliente).

Para descobrir aplique a fórmula:

  • CPA = valor investido / número de vendas

Quando o custo de aquisição estiver alto é o momento de rever suas estratégias.

Lifetime Value (LTV)

O LTV ou Valor do Tempo de Vida do cliente é uma métrica, muitas vezes deixada de lado, mas é de suma importância. Refere-se a “fidelidade” dos seus clientes, durante quanto tempo permanecem ativos e gastando no seu e-commerce?

Para calcular o LTV utilize:

  • LTV = Ticket Médio Mensal x Tempo Médio de Retenção de Cada Cliente

De forma prática, supondo que o ticket médio mensal do seu e-commerce seja de R$ 140 e o prazo de retenção de 8 meses, o cálculo ficaria:

LTV = 140 * 8 = R$ 1.120.

Isso significa que cada consumidor gasta, em média, R$ 1.120 reais no e-commerce.

Tráfego do Site

O tráfego do site é a quantidade de pessoas que acessam. Cuidado para não confundir com ‘Sessão’, que corresponde a soma das páginas. Um visitante pode acessar mais de uma página em um mesmo site.

Essa métrica é fornecida por meio de um código de rastreio. Atualmente, o Search Console e o Analtycs (ambos do Google), são as formas mais comuns de monitorar o tráfego.

Estratégia de Vendas para E-Commerce (Venda Mais)!

Vender mais é o sonho de todo empreendedor ao montar um e-commerce, mas como fazer isso?

A solução é trabalhar as estratégias de marketing digital no seu e-commerce, isso permite alavancar as vendas, fazer branding e aumentar o crescimento do negócio.

Se você não sabe quais são as principais formas de fazer publicidade digital, abaixo, trouxemos as considerações necessárias:

Automação de e-mail marketing

Consiste em enviar e-mails de forma automatizada, previamente analisada, dentro de um padrão para conduzir o consumidor à compra, que utiliza a jornada da compra e funil de marketing.

Redes sociais

As redes sociais (aqui tratando Facebook, Instagram e Twitter) já estiveram entre as formas de marketing mais utilizadas, mas, hoje, devido a limitação de alcance pelas plataformas, as estratégias tornaram-se menos efetivas.

Veja, menos efetiva não significa sem resultados, com ROI positivo e alavancagem do e-commerce.

O que se tornou comum é o patrocínio e criação de campanhas nas redes sociais para aumentar o alcance e gerar mais vendas.

Blog e marketing de conteúdo

O blog é um canal de comunicação (página) com atualizações frequentes e conteúdos relevantes para os visitantes. Esse canal de comunicação pode ser uma página dentro do próprio site (ex: www.seudominio.com.br/blog) ou criar um site em formato de blog (domínio principal). O interessante de se ter um blog é que nele é possível trabalhar o marketing de conteúdo.

O marketing de conteúdo consiste em proporcionar valor aos potenciais compradores dos produtos/serviços da empresa, os atraindo, engajando e fazendo com que despertem interesse no que é oferecido pela empresa. Claro, há toda uma estratégia e organização de funil de vendas para isso. Por exemplo, supondo que tenha uma empresa de venda de pneus, crie conteúdos sobre assuntos como:

  • Melhores marcas de pneu;
  • Como escolher o pneu certo para o seu carro;
  • Diferença de pneu novo x remold.

Com isso, busca-se fazer com que o leitor, a partir dos conteúdos, venha a se interessar pelos produtos da empresa e gerar vendas. É uma estratégia altamente efetiva e há empresas com resultados de crescimento superior a 1000% usando essa estratégia.

Search Engine Optimization (SEO)

Não se assuste com a expressão; para o português, podemos traduzir como “otimização para motores de busca”.

Quando você deseja comprar algo na internet, o que faz? Busca no Google?

É justamente isso que o SEO visa em um site.

Trata-se de trabalhar, por meio de estratégias e conceitos técnicos, um site para obter boas posições em motores de busca como Google, Yahoo e Bing. 

Por exemplo:

É por meio da otimização (SEO) que se consegue atingir as melhores posições dentro dos motores de busca.

Google Ads

O Google Adwords são anúncios patrocinados na rede de busca da plataforma. Em outras palavras, paga-se para aparecer nas primeiras posições das buscas. É o caso da imagem acima em que há escrito “anúncio”.

 

Rede de Display

A rede de display é uma rede de blogs “filiadas” ao Google que aceitam exibir anúncios dentro dos conteúdos ou em locais do blog/site.

Fazer anúncios na rede de display pode trazer bons resultados, mas é preciso tomar cuidado com os locais de exibição e filtrar muito bem os blogs para trabalhar apenas com aqueles que o público seja a sua persona.

Veja um exemplo da rede de display:

 

Youtube

O Youtube é uma plataforma de compartilhamento de vídeos com mais de 1 bilhão de usuários e com uma alta taxa de alcance.

Vale lembrar que vídeos são altamente conversivos e aumentam a credibilidade das empresas, já que se pode aparecer frente às câmeras. Isso gera confiança e identificação por parte dos consumidores.

Utilizar a plataforma para publicar vídeos e gerar alcance é uma excelente estratégia de marketing para e-commerces, principalmente focada em reviews dos produtos vendidos.

Remarketing

Estudos revelaram que raras são as vezes que uma pessoa compra em um primeiro contato com o produto, serviço ou empresa, necessitando de 3, 4 e até 6 vezes até decidir pela compra.

O remarketing é a solução criada pelo Google Adwords para exibir os anúncios para pessoas que já se interessaram pelo produto, ou seja, tiveram contato com a empresa.

Você já deve ter se deparado com um anúncio relacionado a algo que já visualizou, isso é a ferramenta remarketing em ação.

Por exemplo, fez algumas buscas na internet sobre tênis e amanhã, simplesmente, aparece um anúncio da Netshoes ou da Dafiti na sua tela. O Google Adwords utilizou os cookies (remarketing) para exibir anúncios relacionados às suas buscas e, ao mesmo tempo, empresas que já teve contato.

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